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Monthly Archives: fevereiro 2015

A moda do coaching

Coaching EducaWebsite

Tenho observado muita divulgação, oferecendo coaching.

O coaching é uma técnica utilizada para facilitar a tomada de decisões e a busca de alternativas em momentos de dificuldades ou dilemas na carreira, segundo Rosa Krausz, presidente da Abracem (Associação Brasileira de Coaching Executivo e Empresarial).

É uma técnica que lembra muito uma terapia, com conversas sigilosas, em encontros em torno de uma hora e meia de duração.

A técnica pode ser muito proveitosa, se o profissional for sério. O problema é que existem muitas pessoas que se autointitulam coaches, sem a menor bagagem para tanto.

O coaching é uma atividade profissional reconhecida, mas não uma profissão regulamentada. A formação do coach é feita em entidades como a Abracem e a SBCoaching (Sociedade Brasileira de Coaching), ou em faculdades com cursos na área de gestão de pessoas.

Apesar da grande oferta de coaches pelo mercado, quem deseja contratar os serviços de um especialista deve procurar escolher aquele com a melhor formação possível ou que tenha sido indicado por alguém.

Os especialistas afirmam que hoje há uma banalização do processo, com jovens recém-saídos da faculdade ou mesmo não tendo nenhuma formação atuando como coaches. Dominar a técnica não é suficiente. É importante acumular experiência profissional e de vida. “Investigue e analise o currículo do profissional, procure outros clientes que já utilizaram seus serviços e descubra quais resultados ele já alcançou”, afirma Caio Infante, diretor-geral da Trabalhando.com.

O Ensino à Distância

moodle para professores turma 09022015 Educawebsite

Grandes empresas privadas e públicas, nacionais e internacionais, já utilizam EAD – ensino à distância como alternativa complementar a seus programas de desenvolvimento e treinamento. Adotando o EAD, organizações com grande número de funcionários, distribuídos geograficamente em vários locais, obtêm grandes economias de tempo e recursos financeiros.

No meio acadêmico os exemplos de utilização de EAD são inúmeros, propiciando os alunos com cursos totalmente a distância ou semi-presenciais, devidamente reconhecidos pelo MEC.

Na educação à distância, o papel do professor passa da antiga figura central do provedor da informação para um agente interativo, que atua como mediador e catalizador do processo de aprendizagem do aluno. O professor de EAD atua ajudando o aluno a articular-se com os diversos elementos de seu processo de aprendizagem.

Principais alterações nos papéis desempenhados pelo professor:

– papel de “palestrante” muda para papel de “consultor”, “orientador”, “provedor de recursos e de meios para a aprendizagem”;

– são derrubadas as estruturas de poder entre professor-aluno;

– o professor se torna um questionador eficiente, estimulando os alunos a construírem seu conhecimento, propondo experiências de aprendizagem, em vez de atuar como um provedor de respostas e de conteúdos estáticos;

– o professor apresenta apenas a estrutura inicial do trabalho, encorajando o aluno ao auto-direcionamento crescente;

– o professor apresenta múltiplas perspectivas sobre cada assunto;

– o professor, antes isolado, passa a ser um membro de uma equipe de aprendizagem;

– o professor não tem mais o controle total do ambiente de ensino, mas passa a compartilhá-lo com o aluno como um co-aprendiz;

– o professor torna-se mais sensível aos estilos de aprendizagem dos alunos.

O processo de instrutoria, no ensino-aprendizagem em EAD, deve atender aos seguintes requisitos:

– ter o professor como facilitador educacional, que focalize as discussões em conceitos, habilidades e princípios críticos;

– estabelecer um ambiente social amigável, promovendo relações humanas, a valorização da contribuição dos alunos, o desenvolvimento do senso de coesão do grupo e do incentivo ao trabalho conjunto;

– estabelecer agenda e ritmo das atividades (objetivos, horários, regras de procedimento e normas de tomada de decisões;

– interagir bem com a ferramenta tecnológica de suporte do ambiente educacional, fazendo com que os alunos e participantes se sintam da mesma forma, de modo que a tecnologia se torne transparente e o aprendiz possa se concentrar no processo de aprendizagem.