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O uso dos certificados digitais

A popularização da Internet e dos canais virtuais de relacionamento trouxe agilidade e conforto na realização de negócios reduzindo custos para as empresas. No entanto, esse mercado começa a se restringir. Os motivos dessa limitação são a validade jurídica de algumas transações e as ameaças à segurança dos clientes e das empresas que essas tecnologias agregam.

O segmento bancário tem buscado novas formas de autenticação de seus clientes, de forma a proporcionar mais conforto e segurança em suas transações em canais virtuais, aumentando os tipos de serviços disponíveis.

O uso de Certificação Digital, combinado ao uso de mídias seguras (smartcards) é apontado como a melhor solução de segurança para a assinatura digital em documentos e transações eletrônicas.

Além de fornecer mais segurança às transações em canais virtuais, a utilização de assinaturas digitais apresenta também novas oportunidades de realização de negócios, otimizando processos e reduzindo custos. Observe alguns exemplos:

    Implantação de novos serviços e produtos bancários no auto-atendimento.
    Transações seguras nas instituições financeiras e entre elas.
    Incremento do comércio eletrônico.
    Implantação de processos jurídicos e administrativos em meio eletrônico.
    Obtenção e envio de documentos de cartório.
    Assinatura de documentos, incluindo contratos, sem a necessidade da presença física e do trâmite de papéis.

Entre os vários tipos de certificados permitidos pela ICP-Brasil, a Febraban assinou Protocolo com a Receita Federal e o ITI (O Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI, autarquia federal vinculada à Casa Civil da Presidência da República, é a Autoridade Certificadora Raiz – AC Raiz da Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil. Veja mais em: www.iti.gov.br), em 27 de janeiro de 2005, para incentivar o uso do certificado tipo A3, da cadeia ICP-BR/AC-SRF (e-CPF e e-CNPJ), com o uso de smartcard como mídia de portabilidade, por apresentar diversas vantagens.

A utilização de certificados emitidos pela ICP-Brasil implementa o reconhecimento automático da validade jurídica da assinatura digital sem a necessidade de inclusão de cláusulas específicas nos contratos entre clientes e empresas.

Os bancos habilitados atuarão como Autoridades Registradoras, onde o cliente poderá solicitar o seu e-CPF ou e-CNPJ. Cabe ao banco identificar o cliente e providenciar, junto à Autoridade Certificadora credenciada na Receita Federal e homologada na ICP-Brasil, a emissão do Certificado.

A assinatura do protocolo inicia a massificação do uso de Certificados Digitais facilitando e permitindo ao cliente de vários bancos, utilizar os serviços de todos com apenas uma certificação.

A certificação digital

A certificação digital confere segurança no envio e troca de informações através de meios eletrônicos. A adoção da chamada criptografia assimétrica, como ferramenta necessária para obtenção da segurança nas transações eletrônicas, tem o papel de garantir duas qualidades essenciais para que o documento eletrônico possa ser aceito como meio de prova: a autenticidade e a integridade.

Veja como funciona este sistema:

certificadodigital

A utilização do sistema de chaves pública e privada, caracterizando a assimetria da criptografia como ferramenta desta nova forma de tecnologia da segurança, permite que a assinatura digital do usuário seja decifrada sem erros, assegurando que o indivíduo que gerou a assinatura digital tinha a chave privada correspondente em seu poder (autenticidade), bem como que o documento eletrônico não sofreu alterações em seu conteúdo posteriormente à sua assinatura (integridade).

A expectativa quanto à certeza de integridade que o sistema de chaves públicas e privadas, baseado na Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), provê àqueles que dela se utilizam, nos documentos enviados por meio eletrônico, tem confirmado que a utilização dos certificados digitais é um indício de prática de segurança do documento digital e, consequentemente, um atributo de validade jurídica deste documento.

Com a Medida Provisória 2200, de 24 de agosot de 2001, que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira, a prática de utilização de certificados digitais tornou-se usual e, portanto, um fator importante para a segurança das transações eletrônicas.

Fonte: RJNET

Quem é você no Facebook?

1349969159_poke Pesquisa revela como os usuários se relacionam com as marcas que se comunicam na rede social

 

 

A agência de inteligência digital Gauge trabalhou um ano em uma pesquisa que avaliou quem são os brasileiros que usam o Facebook e o que eles esperam da rede social. A equipe analisou a atuação de 21 marcas famosas na rede, acompanhou 45 usuários ativos durante uma semana, realizou grupos de discussão com internautas de diferentes perfis e conversou com 209 entrevistados para checar as descobertas nas demais fases da pesquisa.

Segundo o planejador Mateus Iglesias, a agência descobriu sete tipos de ‘curtidores’ dentro do Facebook. O Curtidor Consciente vai atrás de marcas que ele utiliza no dia a dia e tem um contato real com seus produtos. Além disso, esta pessoa busca status ao curtir uma empresa que julga interessante. Já o Curtidor Inconsciente é levado pelo momento e curte uma página por um único conteúdo que o chamou atenção, como humor ou promoção. O Curtidor Interesseiro, como o próprio nome sugere, vai atrás das marcas para conseguir ofertas, descontos e para participar de promoções. Este usuário, no entanto, deixa de seguir uma empresa quando não há mais interesse pelas ofertas apresentadas.

Por outro lado, o Curtidor Criterioso é atraído por marcas que exijam que o internauta curta a página para poder acessar algum conteúdo, e oferece muitas barreiras de relacionamento com a companhia. Ele só compartilha posts depois de avaliá-los de forma crítica. Já o Curtidor de Lembranças se conecta às marcas que oferecem boas lembranças. Normalmente este usuário curte por influência de amigos ou familiares.

Por fim, há outros dois tipos de ‘curtidores’: o Admirador e o Embaixador. O primeiro perfil é fiel a marca e curte páginas de empresas que julga ter um bom atendimento. Ele é racional, criterioso e consciente. O segundo arquétipo é o ideal às empresas e o que gera maior valor à página. O usuário segue o mesmo conceito do Admirador, mas possui diferenciais: ele cria conteúdos para a empresa, participa ativamente das ações digitais, faz comentários sobre os produtos, e gera maior alcance orgânico e viral.

“É importante lembrar que muitas vezes uma única pessoa pode agregar mais de um perfil. Ou seja, um Curtidor Embaixador de marcas de carro pode ser um Curtidor Interesseiro de bebidas”, comenta o sócio-fundador Dante Calligaris.

O perfil por faixa etária também gerou descobertas interessantes, de acordo com Iglesias. O grupo de 18 a 25 anos tende a se relacionar de forma ambiciosa com as marcas, pois quer passar a consumi-la no futuro. Os jovens de 26 a 35 anos possuem uma relação mais real com as empresas e se conectam com as que tenham contato também fora da rede. Enquanto que os internautas de 36 anos ou mais buscam por páginas que ofereçam conteúdos de entretenimento, e possuem uma relação de fidelidade com as companhias.

A pesquisa ainda gerou esclarecimentos sobre a cultura de utilização da plataforma. De acordo com o planejador da Gauge, existe a Cultura do Consumo rápido de informações, que força as marcas a usarem mais imagens em suas divulgações. Há ainda a Cultura de Fidelização, em que o usuário se sente mais próximo da empresa conforme vai se relacionando com ela no Facebook, e existem as culturas de Status e de Disseminação. No primeiro caso, o internauta segue marcas que fortalecem sua imagem e, no segundo, o usuário assume o papel de divulgador de informações, compartilhando conteúdo com seus amigos.

Por fim, o estudo concluiu que 74% das pessoas curtem as marcas que usam diariamente. Elas buscam por promoções, dicas de uso e detalhes de produtos, além de informações relevantes que vão ajudá-las a se beneficiar de alguma forma. Destes usuários, 87% analisam o conteúdo antes de curtir as páginas.

Fonte: Olhar Digital