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Não deixe o Facebook te deixar triste

 

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De acordo com pesquisa, quanto mais tempo o usuário passa na rede social Facebook, mais infeliz fica. Não há uma explicação para isso, mas uma das hipóteses sugerida pelos cientistas é a chamada inveja subliminar, que a pessoa sente, mas não percebe. Outra constatação é que quanto mais amigos online a pessoa tem, mais narcisista e agressiva tende a ser.

Otimização

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Muitos clientes me perguntam como ter um site ou blog na primeira página nas buscas do Google.

Tenho lido muito sobre o assunto e o que não faltam são gurus, dando fórmulas e falando palavras e expressões que os usuários não conseguem entender.

Nas mídias sociais, como o Facebook, Twitter, Linkedin, Google +a fórmula é o relacionamento com os clientes.

Em SEO (do inglês Search Engine Optimization), que é a otimização de sites para motores de buscas na internet, também se refere à consultoria na área, fala-se da busca por palavras chave, otimização de page titles, headingse outros itens.

Tudo isso é de fato verdade, mas tem algo acima de tudo e mais importante.

“O Conteúdo.”

A produção de conteúdo com qualidade é essencial e de extrema relevância.

Você não terá como manter um relacionamento com o seu cliente nas mídias sociais se não tiver um bom assunto. Aliás, você muito provavelmente não terá clientes ou seguidores, somente por imagens ou o logotipo de seu negócio, por melhor que sejam.

Os mecanismos de buscas (Google, Bing, Yahoo, etc…), ficam passando pela internet em busca de novos conteúdos. Ele passará algumas vezes em seu site ou bloge se nenhum conteúdo novo for detectado, ele retornará com bem menos frequência, deixando seu site para trás.

O que importa na internet é a qualidade do conteúdo que você produz.

Nas redes sociais, as pessoas estão sempre divulgando e compartilhando links dos outros e a maior satisfação é que seu linkseja compartilhado por elas.

Conteúdo relevante gera link.

Mídia ostentação

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A internet é um veículo maravilhoso.

Com ela podemos nos aproximar de parentes distantes, matar a saudade de amigos que a muito não vemos, reencontrar colegas de colégio.

Facilitou muito a nossa vida, pois não precisamos mais enfrentar filas de bancos, podemos pesquisar preços e fazer compras com poucos cliques.

Toda a informação praticamente no mesmo instante dos acontecimentos, sendo eles em nossa cidade ou do outro lado do mundo, à disposição, bem na nossa frente e o melhor, no conforto de nossos lares, na escola ou no trabalho.

E por falar em trabalho, praticamente todos os segmentos utilizam este meio de comunicação.

Qualquer empresário, do pequeno ao grande, quer mostrar seu trabalho, divulgar seu produto e utiliza as redes sociais para este fim.

Lembro que logo que surgiu o Twitter, a maioria dos usuários eram os adolescentes. Como era novidade, a grande maioria criava uma conta e as postagens era algo como: #almoçar #dormir #colégio #partiupiscina #partiufesta.

Mas, hoje em dia, grandes empresas descobriram que com os 140 caracteres poderiam fazer uma grande divulgação de seu produto ou serviço.

No Facebook, todos os dias milhares de páginas (fanpage) são criados para divulgação.

Mas, por trás de uma empresa, produto, serviço, marca, existem pessoas, que são os perfis pessoais e é aí que muitas vezes surgem os problemas.

Eu já escrevi sobre “Usando as redes sociais para negócios”. Vale a pena dar uma lida, pois muitos esquecem os cuidados com o seu perfil pessoal.

O comportamento no mundo virtual deve ser o mesmo que no mundo real.

Alguém consegue imaginar um profissional que marca uma reunião com um possível cliente e vá a esta reunião de calção/biquíni?

Que estacione o carro e diga ao manobrista:  “amanhã estou indo para a Europa.”

Passe pelo porteiro pegue uma foto de uma comida e diga:  “Acabei de almoçar no restaurante X.”

Entre na sala para a reunião com o futuro cliente e ao invés do tradicional cafezinho, pedir uma cerveja. Olhar a foto de seu cliente, em cima da mesa, com a camiseta do seu time e dizer:  “Esse timinho não é de nada, o meu é que é campeão.”

Depois olhar para o crucifixo na parede e dizer: – A religião é uma ignorância, eu sou ateu.

Ficar falando das gracinhas do filho, dos problemas com o parceiro (a), dizer meia dúzia de palavrões para indicar a indignação pelo serviço de telefonia ou da companhia de eletricidade.

Quando a reunião termina (a esta altura com o ex-futuro-cliente), fale que está muito calor e está indo para a piscina.

Bem, claro que tudo isso é só imaginação, pois seria um grande absurdo um fato como este na vida real.

Mas, nas mídias sociais, todo o tipo de exposição está sendo usual e corriqueiro.

Todos conseguem saber, ver, ler sobre as outras pessoas, inclusive aquele tão almejado cliente e como este não é bobo, já pesquisou tudo sobre você na internet antes da reunião.

 

Lucia Costa

W3alpha

EducaWebsite

Lulu é o "boteco" feminino

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Lulu é um aplicativo, disponível para Android e iOS, criado por Alexandra Chong, em que as mulheres avaliam os homens.
Ela teve a idéia após uma reunião informal com suas amigas e a conversa foi em torno dos seus namorados, maridos, “ficantes”. O que elas falavam, muito provavelmente não falariam na presença dos mesmos.
Neste aplicativo, as meninas não escrevem o que querem, somente avaliam os meninos num pequeno questionário de perguntas e respostas.
Em pouco tempo o aplicativo já tem mais de 1 milhão de usuárias, criando um grande desconforto para muitos homens, que estão se sentindo agredidos com a brincadeira.
Esta prática já é muito antiga por parte dos homens que fazem o clube do “Bolinha” nos botecos, falando tudo o que pensam das mulheres e muitas vezes de maneira cruel.
Obviamente, os mais encomodados são os que tem piores avaliações no aplicativo.
Mas ainda acho que a autoavaliação é sempre indicada para os meninos que estão em baixa na opinião das meninas, pois respeito gera respeito, gentileza gera gentileza.
Não quer brincar não desça para o play.
O perfil pode ser facilmente removido na página de desativação de contas do Lulu.

‘Cansei de Ser Gato’ vai virar livro e loja

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Empreendedorismo na internet.

Na onda de gatos que fazem sucesso na internet, o tigrinho brasileiro Chico dará origem a um livro de fotos e a uma loja virtual. O felino estreou na web em julho, com o perfil no Facebook “Cansei de Ser Gato”, em que aparece cada dia com uma fantasia diferente. Quatro meses, 130 mil curtidas e dezenas de caracterizações depois (de Chacrinha a rei do camarote), Chico participará no domingo (24) do lançamento de seu livro em São Paulo.

A versão impressa do “Cansei de Ser Gato” (Editora Novo Século; R$ 19,90) tem 80 páginas de fotos com o gato fantasiado e também imagens de bastidores. O segundo passo da empreitada “cansei de ser gato, virei empreendedor” está prevista para os próximos dias, com o lançamento de uma loja virtual. O site oferecerá diversos produtos – como canecas, almofadas e capinhas para celular – estampados pelo multifacetado Chico, que tem pouco menos de dois anos.

Sucesso ao Chico!!