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Mídia ostentação

polly-praia

A internet é um veículo maravilhoso.

Com ela podemos nos aproximar de parentes distantes, matar a saudade de amigos que a muito não vemos, reencontrar colegas de colégio.

Facilitou muito a nossa vida, pois não precisamos mais enfrentar filas de bancos, podemos pesquisar preços e fazer compras com poucos cliques.

Toda a informação praticamente no mesmo instante dos acontecimentos, sendo eles em nossa cidade ou do outro lado do mundo, à disposição, bem na nossa frente e o melhor, no conforto de nossos lares, na escola ou no trabalho.

E por falar em trabalho, praticamente todos os segmentos utilizam este meio de comunicação.

Qualquer empresário, do pequeno ao grande, quer mostrar seu trabalho, divulgar seu produto e utiliza as redes sociais para este fim.

Lembro que logo que surgiu o Twitter, a maioria dos usuários eram os adolescentes. Como era novidade, a grande maioria criava uma conta e as postagens era algo como: #almoçar #dormir #colégio #partiupiscina #partiufesta.

Mas, hoje em dia, grandes empresas descobriram que com os 140 caracteres poderiam fazer uma grande divulgação de seu produto ou serviço.

No Facebook, todos os dias milhares de páginas (fanpage) são criados para divulgação.

Mas, por trás de uma empresa, produto, serviço, marca, existem pessoas, que são os perfis pessoais e é aí que muitas vezes surgem os problemas.

Eu já escrevi sobre “Usando as redes sociais para negócios”. Vale a pena dar uma lida, pois muitos esquecem os cuidados com o seu perfil pessoal.

O comportamento no mundo virtual deve ser o mesmo que no mundo real.

Alguém consegue imaginar um profissional que marca uma reunião com um possível cliente e vá a esta reunião de calção/biquíni?

Que estacione o carro e diga ao manobrista:  “amanhã estou indo para a Europa.”

Passe pelo porteiro pegue uma foto de uma comida e diga:  “Acabei de almoçar no restaurante X.”

Entre na sala para a reunião com o futuro cliente e ao invés do tradicional cafezinho, pedir uma cerveja. Olhar a foto de seu cliente, em cima da mesa, com a camiseta do seu time e dizer:  “Esse timinho não é de nada, o meu é que é campeão.”

Depois olhar para o crucifixo na parede e dizer: – A religião é uma ignorância, eu sou ateu.

Ficar falando das gracinhas do filho, dos problemas com o parceiro (a), dizer meia dúzia de palavrões para indicar a indignação pelo serviço de telefonia ou da companhia de eletricidade.

Quando a reunião termina (a esta altura com o ex-futuro-cliente), fale que está muito calor e está indo para a piscina.

Bem, claro que tudo isso é só imaginação, pois seria um grande absurdo um fato como este na vida real.

Mas, nas mídias sociais, todo o tipo de exposição está sendo usual e corriqueiro.

Todos conseguem saber, ver, ler sobre as outras pessoas, inclusive aquele tão almejado cliente e como este não é bobo, já pesquisou tudo sobre você na internet antes da reunião.

 

Lucia Costa

W3alpha

EducaWebsite

Os 7 pecados capitais de uma startup

start-up

Muitas pessoas, jovens em sua maioria, querem surfar na onda da tecnologia e abrir startups em busca de investidores. Mas o oba-oba pode trazer dores de cabeça e, pior, comprometer bolsos despreparados. Aventurar-se no empreendedorismo tecnológico não é tão fácil quanto parece e requer cuidados específicos, que são alertados abaixo pelo estrategista em marketing Gabriel Rossi. Confira:

1- Falta de construção da marca – Há a impressão que criar uma marca forte é algo complexo demais para ser desenvolvido, porque a identidade precisa ser bem estruturada. A marca é o atalho para fisgar o consumidor e não pode ser feia perante o público-alvo.

2- Excesso de dinheiro – Pode parecer um sacrilégio acreditar que dinheiro demais atrapalha o negócio. Com muito recurso financeiro é fácil criar um “elefante branco”. Geralmente, consegue-se mais dinheiro com investidores. E quanto mais investidores, maior a lentidão no momento de tomar as decisões. Todos querem opinar, sugerir, muitas vezes com opiniões opostas. E este debate pode acarretar graves rupturas. O novo empresário deve priorizar o negócio, com o dinheiro necessário para que cresça, passo a passo e com estabilidade.

3- Glamour – Muitos inovadores pensam que apenas uma ideia é suficiente para criar uma empresa. Outro erro grave. É essencial colocar a mão na massa, tomar a frente do negócio, batalhar. O trabalho em uma startup é tão árduo quanto em qualquer outra empresa. Arregaçar as mangas é fundamental. Egos também devem ser deixados de lado. Brigas entre fundadores são comuns. Portanto, escolher o sócio correto – com objetivos similares – é fundamental. Depois do “casamento”, a separação entre sócios só gera dificuldades.

4- Momento errado para lançar – O empreendedor da startup deve saber o exato momento de lançar sua marca e produto no mercado. A ideia pode ser boa e o dinheiro pode estar no caixa, mas é essencial não perder a oportunidade de entrar no mercado. Se o momento está conturbado – com a economia do país em baixa, por exemplo -, vale esperar.

5- Desconhecimento do mercado – Já é um “mantra” do marketing o fato de ser fundamental antecipar a necessidade do consumidor. Mas isso é impossível diante do desconhecimento do mercado. Só se conhece a futura necessidade do consumidor com estudo completo sobre a área que a startup está ingressando. E os estudos devem ser profundos.

6- Falta de público-alvo – É preciso decidir qual público atingir, estudar suas características e conhecê-lo a fundo. Com este perfil em mãos, o empreendedor não apenas saberá com quem está falando, mas como e o que falar e por quais ferramentas. Geralmente uma startup nasce de uma ideia – e o mentor dela não se preocupa com quem “falar”. É preciso focar em determinado público.

7- Fraca performance de relacionamento com os investidores – Quem tem o dinheiro e investe em uma startup precisa saber o que acontece no dia a dia da empresa. Não saber se comunicar com investidores significa falta de profissionalism e mostra imaturidade. Transparência, credibilidade e feedback são fundamentais.

Fonte: Olhar Digital

Gestão de Riscos: segredo do sucesso na gestão de negócios.

De acordo com a última pesquisa do SEBRAE, 73% das empresas do Brasil sobrevivem depois de dois anos de existência (levantamento realizado em 2006 e divulgado no ano passado).

Por mais experiência e qualificação que tenhamos, sempre estaremos sujeitos a erros, pois sempre há risco nos investimentos realizados. Empreender significa correr riscos, pois sempre existirão as variáveis externas ao negócio (aquelas em que não podemos exercer influência), como por exemplo, a situação econômica global, políticas tributárias, políticas monetárias (interna e externa), etc.

Para o empreendedor, a gestão dos riscos é o grande desafio.

Pesquisar, planejar, acompanhar as ações, ter um plano de contingência, realizar uma gestão sustentável, voltada para a inovação e o desenvolvimento constante, assim como ter planejamento financeiro e tributário, são ações fundamentais para enfrentar tal desafio.

A gestão do negócio será feita pelo empreendedor, sócios, gestores, que poderão contar com a contratação de colaboradores qualificados e de consultores especializados, para que a empresa reúna a competência (perícia) necessária.

Se optar pela contratação de consultoria externa, o empreendedor terá à diposição  experiência diversa, formação multidisciplinar, visão diferenciada, que será ideal para identificar, implantar, recomendar as melhores ações, orientando para a correta tomada de decisão.

Cria-se uma nova célula  formada pelo cliente e pelo consultor: uma equipe  que formatará, conduzirá e implantará o projeto contratado, que terá início, meio e fim.

Um projeto de consultoria é composto das etapas: diagnóstico, implantação e acompanhamento e gerará, portanto, qualificação e resultados incrementais ao negócio.

Fonte: Zuleica Klauck, Diretora da TotalBIZ

Como participar do Linkedin

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O Linkedin é uma rede social de negócios. O principal propósito do site é permitir que os usuários registrados tenham uma lista de contatos com pessoas que eles conheçam e confie nas empresas. Esta lista de contatos é chamada conexões.

Uma rede de contatos facilita o conhecimento de profissionais, podendo ser utilizado para encontrar trabalhos, pessoas e oportunidades. Os empregadores podem listar trabalhos e buscar por candidatos. Os candidatos a emprego tem acesso ao perfil de contratação e solicitar a algum de seus contatos a apresentação aos empregadores. Os usuários tem a possibilidade de fazer perguntas, compartilhar informações, comentar, fazer parte de grupos, seguir empresas.

Crie um perfil no Linkedin, comece se cadastrando.

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Preencha os dados que são solicitados.

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Um e-mail será enviado para confirmação deste cadastro. Assim que confirmar, entrar com login e senha que cadastrou e já no primeiro acesso o Linkedin vai sugerir algumas conexões de pessoas que talvez você conheça. Outra tela vai sugerir se você quer compartilhar com o Facebook e com o Twitter. Na próxima é uma tela de boas vindas e o próprio site ajuda a otimizar o seu perfil.

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O perfil do Linkedin é muito parecido com um currículo profissional, ou seja o foco está no histórico acadêmico e profissional e não nos passatempos ou hobbys. Para preencher o seu perfil comece criando registros separados para seus empregos e atividades atuais e anteriores como cargo, empregador, ramo de atividade, período e uma breve descrição das atividades. Na experiência acadêmica deve ser preenchido da mesma forma, incluindo registros de ensino médio e superior, nome do estabelecimento, título, período, prêmios ganhos e quaisquer outras informações relevantes. Com todo esse histórico a Linkedin vai mais adiante, lhe ajudar a encontrar amigos e ex-colegas. Você também pode preencher um currículo, com uma breve descrição de sua experiência profissional e de suas habilidades e colocar uma foto. Em outra seção você pode listar os sites que participa pessoal e profissionalmente, colocar uma lista resumida de seus interesses, grupos associados e títulos honoríficos.

Depois de preencher o mais completo possível o seu perfil é hora de procurar outros membros para se relacionar. O Linkedin oferece vários métodos de busca de contatos:

clip_image001 fazer o upload de sua lista de contatos de e-mail

clip_image001[1] colleague search (busca por conhecidos)

clip_image001[2] classmate search (busca por colegas de classe)

clip_image001[3] name search (busca por nome)

clip_image001[4] advanced search (busca avançada)

Se você tiver uma conta de e-mail no Gmail ou AOL, você pode digitar seu e-mail e senha que o LinkedIn automaticamente encontrará todos os seus contatos que já são membros do site. Você também pode usar o “Find Contacts Wizard” (Assistente de busca de contatos) do LinkedIn para fazer o upload dos seus contatos do Microsoft Outlook ou de qualquer outro software de lista de endereços.

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Após o upload dos contatos, você poderá selecionar os usuários do Linkedin que gostaria de convidar para participar de sua rede e aproveitar para convidar os seus contatos que ainda não tem um perfil no Linkedin para fazê-lo e juntar-se a você.

Com as informações profissionais e acadêmica de seu perfil o Linkedin mostrará os seus colegas atuais e do passado que participam da rede e você poderá escolher se gostaria de convidá-los.

A busca avançada permite que você procure os membros do Linkedin. Esta busca pode ser por nome, cargo, empresa, local e ramo de atividade. Esta busca pode ser útil para ajudá-lo a encontrar um contato interno de uma empresa, podendo ser vantajoso ao se candidatar a uma vaga de emprego.

Uma conexão no Linkedin é diferente de um amigo no Facebook, por exemplo. As conexões significam que você conhece muito bem as pessoas ou que elas são contatos profissionais de confiança.

Para transformar um contato em conexão é necessário que você convide essa pessoa para fazer parte de sua rede e esta pessoa precisa aceitar. Da mesma forma você precisará ser convidado e aceitar para fazer parte da rede de outra pessoa.

Se você encontrou alguém fazendo uma busca por conhecidos ou por colegas de classe, ou se ela for um de seus contatos de e-mail, você clica na caixa de seleção junto ao nome da(s) pessoa(s) e pressiona o botão “enviar convite”. O Linkedin enviará um convite geral ou você poderá adicionar uma mensagem pessoal.

Se você localizou alguém através da busca por nome ou busca avançada, O Linkedin perguntará como você conhece essa pessoa: Colega, Colega de classe, parceiro de negócios, amigo, outros ou não conheço. Se você selecionar “amigo” ou “outros” o site perguntará o endereço de e-mail da pessoa. Se escolher “não conheço” você não terá a permissão do Linkedin para enviar o convite. Para as outras opções, será solicitado que você indique o trabalho, instituição de ensino ou empresa que a conhece.

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As pessoas que fazem parte de sua rede são chamadas de “direct connections” (conexões diretas) elas estão a um nível de você na rede Linkedin. Você poderá entrar em contato com essas pessoas diretamente clicando no botão “enviar e-mail“, na página de perfil delas. As conexões de suas conexões estão a dois níveis de você e as conexões destas a três níveis. Todos os membros que estão conectados a você até três níveis, tecnicamente fazem parte de sua rede, mas você só poderá enviar e-mails para entrar em contato com suas conexões diretas. Para entrar em contato com membros dos segundo e terceiro nível, pode ser solicitando uma apresentação a um membro que esteja no seu primeiro nível e no desta pessoa também. Outra maneira é por “InMail“, que é o sistema de mensagens internas, que permite que você entre em contato diretamente com qualquer pessoa no Linkedin, sem a necessidade de apresentação. Tem também o “OpenLink“, que é um serviço que permite que você receba mensagens de qualquer pessoa da rede do Linkedin.

O Linkedin oferece cinco tipos de apresentações em sua conta gratuita:

clip_image001[5] Encontre uma conexão direta que tenha na lista a pessoa com quem deseja entrar em contato.

clip_image001[6] Envie a ela uma mensagem de apresentação pedindo que a direcione à conexão dele que você queira contatar.

clip_image001[7] Sua conexão direta tem a opção de não encaminhar sua apresentação;

clip_image001[8] Se encaminhá-la, o destinatário pode não aceitá-la.

clip_image001[9] Se a apresentação for aceita, não é a mesma coisa que participar de uma rede. Você ainda terá que enviar a esse membro um convite solicitando que participe de sua rede. É possível que ele tenha que passar seu endereço de e-mail para confirmação.

Para mais apresentações como InMail e OpenMail, você conseguirá atualizando sua conta Premium.

Como você já deve ter percebido o Linkedin é diferente das outras redes sociais, pois é exclusivamente para relacionamentos profissionais. A página de perfil é um currículo online. Você não consegue publicar fotos, só a de seu perfil, não consegue postar seus vídeos favoritos do YouTube e nem ficar “zombando” de seus amigos. Não tem como personalizar o layout das páginas, que é um design claro com ar “sério”, pois faz parte do esforço do Linkedin dar um acabamento profissional ao site.

O Linkedin recomenda que todas as conexões sejam vistas como possíveis referências pessoais ou profissionais. Certamente os membros de sua rede darão referências positivas a seu respeito a um futuro empregador ou a outros membros de sua rede. Coloque em seu site um ícone do Linkedin para informar que você faz parte desta rede.